Esta é uma excelente ferramenta da web 2:
Webquest é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
Vide o link abaixo do SENAC-SP:
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Webquest é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
Vide o link abaixo do SENAC-SP:
Blog sobre web 2
http://ferramentasdaweb2salinas.blogspot.com/
Classificação: 
Blog da Professora Mariângela sobre educação e web 2.
SOBRE WEB 2;
Em 2004 uma equipe da O’Reilly Media cunhou o termo Web 2.0 para definir a evolução da Web. A Web é a combinação da Internet e suas tecnologias e os modelos de negócios que são criados sobre as mesmas.
Com o advento da Internet empresas e indivíduos foram capazes de se interligarem. Essa foi a Web 1.0. Mas o grande poder da Internet não está somente na capacidade de conexão, mas sim, na de colaboração tecnológica e social.
Daí nasce o conceito de software social, ou seja, a capacidade das pessoas se reunirem, interligarem e colaborarem através de meios de comunicação via computador formando comunidades online. Nasce a Web 2.0. Wikis, blogs, foruns, chats, tagging, RSS, instant messengers e outros tantos termos servem como base para a Web 2.0.
O “2.0” indica que uma evolução da Web conforme estamos acostumados. Na verdade a Web é um organismo que nunca para de evoluir. Muitas das tecnologias acima existem desde o nascimento da Internet, mas somente agora começam a ter uso em escala.
Mais importante do que as tecnologias envolvidas está a participação dos usuários (ou sociedade) na construção da Web 2.0. Se a Web 1.0 foi construída por engenheiros, designers e financistas, a Web 2.0 está sendo construída pela sociedade, pois o grande “pulo do gato” está em um fenômeno social que abraça a abordagem de geração e distribuição de conteúdo, caracterizadas pela comunicação aberta, descentralização, liberdade de compartilhar e reutilizar e grande geração de dados e informações pelos usuários.
Uma outra forma de definir a Web 2.0 é o que chamamos de Web Semântica, ou seja, a capacidade de associar significado aos bilhões de documentos existentes na mesma de acordo com o contexto do usuário, através de tags, wikis, referências cruzadas e redes como FOAF e XFN. Imagine que você buscou na Internet a palavra “Paris”. Dependendo do seu contexto você pode classificar os resultados dessa busca como “cidade luz”, “europa”, “must see in Europe” e por aí vai. Outras pessoas ao fazerem buscas por “europa”, “must see in Europe” ou “cidade luz” irão receber como resultado, entre outros, “Paris”.
Mas outro usuário poderá classificar alguns resultados como “socialite”, “herdeira milionária”, “celebridade”, etc. Qual a diferença? A diferença é que na primeira a contextualização da palavra “Paris” é referente à famosa cidade francesa e na segunda à Paris Hilton, herdeira dos hotéis Hilton. Depois é só compartilhar seus tags via serviços como o del.icio.us. Isso é o que chamamos de folksonomy.
Em Setembro de 2005, Tim O’Reilly escreveu um documento sumarizando que seu grupo queria dizer com Web 2.0. E por mais que outras definições tenham aparecido (todo mundo queria tirar proveito), essa é a que vale oficialmente, apesar de Tim admitir que não há “uma versão oficial da Web 2.0”. E é nela que é baseada os princípios-chave da Web 2.0, que são:
· A Web como plataforma de aplicações;
· Dados como a força motriz;
· Clientes criam seus produtos;
· Capacidade de melhorar com o aumento de acesso;
· Serviços e hospedagens de softwares;
· Cooperação ao invés de controle;
Fonte: http://www.doctorsac.com.br/
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